About Me
 Falando da minha pessoa, deixo essa tarefa a outros... tenho qualidades e defeitos como toda a gente.
Quanto às minhas crenças...
Acredito que, como todos nós, já vivi inúmeras vidas, aqui ou noutros planetas, que não somos o nosso corpo mas sim a nossa Alma;
Acredito que temos uma forte ligação com outros seres extraterrestres, humanóides como nós (há outros) inclusivé que nosso Planeta Terra é um Mundo de transição para uma existência mais sublime, noutros planetas, em outras dimensões;
Acredito que os antigos Deuses eram Astronautas;
Acredito na existência de Seres Elementais e no seu contributo para a beleza da Natureza; Admiro Cristo mas já não o cristianismo e a sua historia lamacenta...;
Acredito que os nossos Antepassados mais remotos não eram tão atrasados como a ciência pregoa (Stonehenge? como estes primitivos(?) construiram esta estrutura?);
Acredito na outrora existência da Atlantida e da Lemúria;
Acredito, como os sacerdotes Druidas, na sucessão de Mundos ou civilizações, por exemplo, que o fundo dos oceanos foram outrora terra firme, e vice-versa;
Acredito na existência de Agartha e Shamballah; Acredito em crianças e adultos Indigo. Acredito que: NÃO SABEIS QUE SOIS DEUSES? Acredito em mais.. muito mais..   São dez os anéis, e nove os torques de ouro, que os antigos chefes de clã usavam;
Oito as virtudes principescas e sete os pecados pelos quais se vendia a alma;
Seis é a soma da terra com o céu, de todas as coisas simples e e ousadas;
Cinco é o número de navios que partiram da Atlântida perdida e fria;
Quatro reis das Terras Ocidentais se salvaram, e três reinos agora contemplam;
Dois o amor e o medo os juntaram, no reduto de Llyonesse;
Um só mundo, um só Deus e um nascimento - predisseram as estrelas dos Druidas.   FALA A RAINHA DAS FADAS: No mundo dos humanos, as marés do poder estão a mudar...Para mim, o tempo próprio dos homens desenrola-se em momentos, mas de tempos a tempos, uma centelha tremeluzente chama a minha atenção. Os mortais dizem que no Reino das Fadas tudo é imutável. Mas não é verdade. Existem lugares em que os mundos se encontram tão próximos, como no lugar a que os homens chamam Avalon. Quando as mães dos humanos chegaram a esta terra pela primeira vez, o meu povo, que nunca tivera um corpo, assumiu formas à sua semelhança. O tempo passou e os mestres de uma sabedoria ancestral cruzaram os mares, escapando à destruição da Atlântida, a sua Ilha Sagrada. Deslocaram pedras grandiosas para demarcar as linhas de poder que assinalavam a Terra. Foram eles que prenderam a nascente sagrada na pedra e que esculpiram o caminho em espiral à volta do Tor. Foram eles que descobriram nos contornos da paisagem campestre os emblemas da sua filosofia. Eram grandes mestres da magia que entoavam palavras mágicas, com as quais um mortal podia alcançar outros mundos. E contudo, eram mortais e, com o tempo, a sua espécie foi-se extinguindo, enquanto nós permanecemos. Depois deles vieram outros, crianças sorridentes e de cabelos claros com espadas brilhantes. Contudo, não podíamos tolerar o toque do ferro frio, e a partir desse momento, nós fadas, começamos a afastar-nos do mundo dos humanos. No entanto, os antigos mágicos ensinaram a sua sabedoria aos humanos, e o seu povo sábio, os druidas, foram conduzidos ao poder na Ilha Sagrada. Quando as legiões de Roma marcharam através das terras, unindo-as com estradas de pedra e chacinando todos aqueles que resistiam, a ilha tornou-se um refúgio para o povo druida.
Segundo me parece, foi há muito pouco tempo. Recebi na minha cama um guerreiro de cabelos dourados que havia passado no Reino das Fadas. Ele começou a definhar e eu mandei-o de volta, mas deixou-me uma criança como dádiva. A nossa filha é tão bela e loura como ele era, e é curiosa em relação à herança humana.
Agora as marés estão a mudar e, no mundo dos mortais, uma sacerdotisa tenta passar para aléwm do Tor. Apenas ontem pressenti o seu poder quando a conheci na outra margem. Como é possível que ela tenha envelhecido tanto? E, desta vez, traz consigo um menino, cujo espírito também conheci em tempos.
Muitos cursos do destino correm agora para uma confluência. Esta mulher, a minha filha e o garoto encontram-se unidos de uma forma ancetral. Para o bem ou para o mal? Pressinto a aproximação de um tempo em que me caberá a mim uni-los, de corpo e alma, a este lugar a que dão o nome de Avalon.  ~Magickal Graphics~  Witchy Comments & Graphics at www.magickalgraphics.com FALA MORGAINE: No meu tempo chamaram-me muitas coisas: irmã, amante, sacerdotisa, maga, rainha. Agora, em verdade, acabei por me tornar uma maga, e pode vir um tempo em que estas coisas precisem de ser conhecidas. Mas em perfeita verdade, penso que serão os cristãos a ter a última palavra. O mundo das Fadas está a afastar-se definitivamente do mundo em que o Cristo governa. Não tenho nada contra Cristo, apenas contra os seus sacerdotes que chamam à Grande Deusa um demónio e negam que ela alguma vez tenha tido poder neste mundo. Dizem que, no máximo, o poder dela era o de satanás. Ou então vestem-na com o manto azul da Senhora de Nazaré e dizem que foi uma virgem. Mas o que é que uma virgem pode saber da labuta e dos sofrimentos da humanidade? Agora que Artur repousa na Ilha de Avalon, deve-se contar a história de como era antes dos padres do Cristo Branco chegarem e cobrirem tudo com os seus santos. Pois, como digo, o próprio mundo mudou. Houve um tempo em que um viajante, se quisesse e conhecesse alguns dos segredos, podia mandar a sua barca para o Mar do Verão e chegar à Ilha Sagrada de Avalon: é que nesse tempo, os portões entre os mundos flutuavam por entre as brumas e estavam sempre abertos um para o outro, conforme o que o viajante pensasse e quisesse. Porque este é o grande segredo que os homens deste tempo conheciam: que por aquilo que pensam se cria o mundo à nossa volta. E agora os padres, pensando que isto usurpa o poder do seu Deus, fecharam os portões e o caminho leva apenas à ilha dos padres, que salvaguardaram com o som dos sinos da igreja, apagando todos os pensamentos sobre um outro mundo que fica nas trevas. Na verdade, dizem que esse mundo, se de facto existe, é propriedade de satanás e a porta de entrada para o inferno. Certa ocasião, a Senhora do Lago, que odiava as vestes de um padre como teria odiado uma víbora venenosa, me repreendeu por eu dizer mal do Deus deles. «Pois todos os deuses são um Deus», disse-me nessa altura, como me dissera muitas vezes antes, e como eu ensinei às minhas noviças e como todas as sacerdotisas depois de mim dirão de novo «e todas as Deusas são uma Deusa, e há um Iniciador. E para cada homem a sua verdade e Deus nela». Mas esta é a minha verdade. Eu que sou Morgaine, conto-vos estas coisas. Morgaine a quem mais tarde chamaram Morgan le Fay.  Goddess Comments & Graphics at www.magickalgraphics.com
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 Get your Cool Greenman Comments & Graphics at www.magickalgraphics.com Nenhuns povos como os Celtas comungaram tão intimamente da criação terrena, ou viram nela tão grande porção de vida moral. Eram portadores de um «naturalismo realista», um amor pela Natureza por si mesma, um sentimento vívido da sua magia, e comparada com a imaginação clássica, a imaginação céltica é na verdade o infinito contrastado com o finito. A sua paixão pela Natureza advirá menos da percepção da sua beleza que da percepção do seu mistério. Adoravam a Natureza e a abundância dela, e sempre tinham essa dança tumultuosa no meio das colinas ou nos bosques profundos, onde o êxtase sobrenatural se abatia sobre os dançarinos até se parecerem com os deuses, ou com os animais semelhantes a deuses. Deleitavam-se em bárbaras e belas lamentações. A sua história é um contínuo lamento, uma evocação dos seus exílios, das suas evasões marítimas. Se pôde ser alegre outrora, já não perde tempo a sua lágrima a adumbrar-lhe o sorriso. As suas canções exultantes acabam agora em elegias; nada há que iguale a encantadora melancolia das suas melodias tradicionais.Tinham paixões imaginativas porque não viviam dentro dos limites estreitos que são hoje os nossos. O amante, numa canção tradicional, roga à sua amada que vá com ele até aos bosques, e com ele contemple o saltitar do salmão nos rios, e oiça o canto do cuco, porque a morte nunca os encontrará no coração do bosque.
Porque aprendemos a associar as antigas crenças naturais com "costumes selvagens", quase esquecemos que ainda vale a pena sonhá-las e sobre elas discorrer. É somente quando as descrevemos numa linguagem diferente da linguagem da ciência que descobrimos como são belas.Toda a literatura tradicional celta, na verdade, conhece uma paixão cuja semelhança não existe na literatura, música e arte modernas, excepto a que lhes tenha sido trazida, por caminhos directos ou sinuosos, dos tempos antigos.  ~Magickal Graphics~ Culturismo
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- A grande epopeia dos celtas, de Jean Markale
- Elementos da tradição druida, de Philip Carr-Gomm
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- Os deuses celtas com formas de animais, de H. D'arbois de Jubaiinville
- As três espirais, de Jean Markale
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- A sabedoria dos druidas, de Cairistiona Worthington
- Os druidas e a tradição celta, de Françoise Terseur
- Travessia para Avalon, de Jean Shinoda Bolen
- A ilha de Avalon, de Nicholas R. Mann
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- A senhora de Avalon, de Marion Zimmer Bradley
- As forças da natureza viva, de Hazel
- Deuses e astronautas através da História, de W. Raymond Drake
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- "Força em nossos braços, verdade em nossas línguas, clareza em nossos corações", do Código de honra dos Fianna
- "Um Deus, Uma Verdade, Uma Liberdade, ponto de equilíbrio entre todas as Oposições".
- "AMAR-CRIAR-APRENDER-ENSINAR"  
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Journal
P: De onde vêm as crianças? R: A nossa alma existe antes de encarnar num corpo, através dum nascimento.
P: Porque não se vêem os Outros Mundos? Como ter a certeza de que eles existem, e de que as nossas Almas já existiam antes de nascerem num corpo? R: Podem ver-se esses Outros Mundos, porque certos sonhos não são imaginários. Também existem pessoas « clarividentes », que as vêem.
P: Mas os corpos regressam à Terra? R: Sim, e as Almas ao Céu. Deveríamos escrever em nossos túmulos: « Lembra-te que és Luz, e que à Luz regressarás ».
P: Mas então, quem sou eu? R: Tu não és o teu corpo. O teu corpo é a tua morada, a tua veste provisória, a qual muda com a idade. Tu és a sua Alma, e o teu verdadeiro rosto não possui idade, aliás, ele é, ao mesmo tempo, masculino e feminino. É o que tu tinhas antes de nascer e depois da Morte. Quando, durante o sono, a alma sai do teu corpo para viajar no Espaço e no Tempo, por vezes, acabas por ter visões, mais ou menos claras, dos Outros Mundos, que são planos mais subtis da matéria.
P: Então pode ver-se os mortos enquanto se está a dormir? R: Sim, mas acredita-se que se está a sonhar, e posteriormente, só muito raramente é que nos lembramos dos nossos sonhos.
P: Sofre-se quando se morre? R: Menos que quando se nasce… É mais agradável libertarmo-nos da prisão da matéria, do que ser-se aprisionado nela. A Morte, em si mesma, é doce; apenas os momentos, dias e meses, que a precedem, é que são muito penosos. A Morte liberta-nos desses sofrimentos.
P: Porque se morre? Porque se nasce? R: Para se renovar os nossos corpos físicos, do mesmo modo que se tem necessidade de repouso e de sono. Tal como a Natureza precisa do repouso do Inverno, antes duma Primavera, também nós necessitamos de uma nova Reencarnação.
P: Mas então, a nossa Alma volta, reencarna? R: Cada uma das nossas vidas, corresponde a um dia da nossa Vida Eterna; é um momento da nossa evolução. O Nascimento é uma aurora, e a Morte é um crepúsculo.
P: Mas qual é o objectivo disto? Porque nasci? Que devo fazer na Terra? R: Aprender as lições da Vida, que não é mais que uma longa escola, onde nós aprendemos a conhecer-nos, e a compreender as Leis Sobrenaturais e Naturais.
P: quais são essas Leis? R: O Amor. A Lei do esforço pessoal, para se tornar mais forte, de vida para vida, mais amante e mais inteligente.
P: E as Fadas? Existem? R: Shakespeare disse: « Há mais maravilhas debaixo do céu, do que a nossa pequena razão humana pode conceber ».
P: Os Outros Mundos são habitados? R: Tudo é vivo! Tudo é habitado! Mas por Seres diferentes de nós.
P: Vénus, Marte? R: Existem Seres invisíveis, como os micróbios. Nem todos os Seres possuem um corpo de carne, mas todos possuem Alma.
P: Mesmo os animais? R: Sim, mas ainda só têm uma « Alma-Grupo ». Individualizam-se quando se tornam seres humanos.
P: E a Alma humana? É imortal? R: O Ensino Druídico da evolução de todos os seres vivos, pode-se resumir nisto: a pedra torna-se planta, depois animal e, por fim, homem, e só depois, mistura-se com o Divino. Os « Deuses », os « Grandes Seres Cósmicos », aqueles que foram outrora homens como nós, divinizaram-se progressivamente até terem atingido a perfeição, ao longo de inúmeras Encarnações.
P: Mas como se pode chegar a essa perfeição? R: Aplicando-se as três grandes virtudes – Amar, Criar, Aprender – para evitarmos cair na armadilha dos três obstáculos maiores - orgulho, crueldade, mentira -, os quais fazem com que a Alma retroceda na Evolução.
P: E Deus? Existe? Muitos não crêem nisso.. R: Da mesma maneira que todos temos um pai e uma mãe, os quais deram à luz os nossos corpos, temos no Alto, um Pai e uma Mãe que deram à luz as nossas Almas.
P: Quem é a nossa Mãe Divina? R: É um aspecto do Deus. Ela é a Virgem Cósmica, que tem inúmeros nomes.
P: Como age Deus no Mundo? R: Através de toda uma hierarquia de legiões de Almas trabalhando em todo o Sistema Solar, e para além dele, por intermédio das forças cósmicas emitidas pelos planetas e as estrelas da nossa Galáxia, e fazendo descer à matéria as Energias vivificantes que são geradas, e emitidas, dos Planos Superiores, ou seja, mundos mais subtis que o plano físico, por Seres chegados a um grau de evolução muito superior ao da nossa Humanidade actual.
P: Como provar tudo isso? Poucas pessoas acreditam… R: Não se trata de acreditar, mas sim de saber e de compreender. Só inteligências sobre-humanas foram capazes de construir este Universo que é tão complexo e tão sabiamente gerido, do átomo à Galáxia. Nada se criou « por acaso ». Isso é absurdo!
P: O Bem e o Mal? Como distingui-los? R: Considera-se como bom, tudo o que torna o Homem mais forte, mais amante, mais inteligente, ou seja, melhor. É mau, tudo o que torna o Homem rancoroso e mau, que o degrada, enfraquece e o animaliza.
P: A Antiga Sabedoria morreu com os Antigos Deuses? R: Mas de maneira nenhuma! Pelo contrário! As Iniciações na Ciência Sagrada, e os Iniciados, são cada vez mais numerosos e activos.
Lembra-te da nossa Tríade n.º 1, a qual resume a nossa Filosofia Ocidental:
« Um Deus, uma Verdade, uma Liberdade ».
Do livro, A Revelação dos Druidas, de René Bouchet
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